Será que evolucionismo é mesmo Ciência?
Conhecimento científico pode ser resumido a tudo aquilo que podemos testar, experimentar, e fazer com que aconteça novamente. Isto é ciência pura. Mas será que tudo o que chamamos de científico se encaixa neste grupo?
Aparentemente nem tudo pode ser considerado como totalmente científico, pois nem tudo o que é ensinado como ciência passa por todos estes testes.
Quando falamos de evolução por exemplo, muito do que se diz não passa de mera suposição. Não pode ser provado, experimentado e muito menos reproduzido. Logo, devemos compreender que há uma grande diferença entre o que chamamos de ciência e o que realmente é ciência em sua essência.
Para tornar mais claro vou lhes apresentar de maneira mais simples possível dois lados da ciência biológica, que aqui vou chamá-las de:
Ciências naturais:
Ciências naturais:
Biologia ou Ciência Evolucionista:A experimentação é freqüentemente utilizada.
A experimentação nem sempre é possível;- Equivale a hipóteses;
- Utilizam-se cenários imaginários;
- Seleção natural, filogenia, especiação, etc.,
São conceitos e não leis naturais. Quando se busca conhecimento acerca das origens não se pode sempre provar ou fazer experimentos científicos.
Dessa forma quando os cientistas seguem em busca das origens eles precisam trilhar um caminho diferente, eles buscam o conhecimento por meio do conhecimento científico e de hipóteses filosóficas, dando origem ao que é chamado de FILOSOFIA DAS ORIGENS.
Não estou discutindo aqui o valor da ciência, que se mostrou de maneira inequívoca ser muito eficiente no decorrer da história. Contudo estou aqui levantando um alerta para o fato de que existe um pseudo-conhecimento na ciência quando se trata das origens, pois neste âmbito a ciência se confunde com pressupostos filosóficos de tal maneira que muitos cientistas nem mesmo se dão conta disto.
Nós, como cristãos somos amantes da ciência assim como de seus benefícios, por isso também fazemos uso dela.
Por este motivo vou apresentar aqui alguns aspectos importantes acerca da confiabilidade da Palavra de Deus:
- A historicidade da narrativa bíblica é confirmada pela própria Arqueologia.
- Coerência interna (40 autores vivendo em épocas diferentes, em um intervalo de 1.600 anos) legitimada mediante a análise lingüística dos originais.
- Profecias cumpridas com exatidão (profecias messiânicas; longos períodos históricos; etc.).
- Preservação incontestável (ratificada pelos “Manuscritos do Mar Morto”).
- Leis de higiene e saúde (princípios antecipados em mais de 3000 anos – Levítico 7: 22-27; 12; 13; 14; etc.).
- Leis civis, éticas e morais (estabelecidas para Israel, no Antigo Testamento, e paradigmáticas até hoje).
- A Bíblia, indiscutivelmente, é um livro que transforma vidas, tornando homens e mulheres mais semelhantes ao próprio Deus.
Consciente desta impossibilidade de estudar nossas origens sem que entremos no campo filosófico, como criacionistas buscamos conciliar tais conceitos de forma funcional em busca de mais conhecimento.
CONCLUSÃO:
Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. (V. 19)
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis; (V. 20)
Há um modo mais claro, mais objetivo e muito mais coerente de estudar a natureza e agrupar o imenso acervo de dados científicos:
• A cosmovisão criacionista possibilita a realização desta tarefa – em comparação com outras cosmovisões (Visões de mundo) – de maneira rápida, eficiente e muito mais abrangente.
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